Projeto Político-Pedagógico
















EE MAL. CASTELO BRANCO

PPP 2016
















1 - Identificação

ESCOLA ESTADUAL MARECHAL CASTELO BRANCO

RUA DRº MUNIR THOMÉ Nº 13

BAIRRO: CENTRO VELHO

CEP: 79680-000

ÁGUA CLARA - MS

FONE/FAX: (67)3239-1249

Decreto de Criação:n°300 de 29/11/1971

Credenciamento: Resolução nº 1678 de 1º de Dezembro de 2003.

Autorização de Funcionamento: Resolução/SED n° 2603 de 20/10/2012.
 



2 - Apresentação do PPP

Pensar sobre escola e educação é pensar em qualidade de ensino e de serviços prestados à sociedade em constante transformação. Dessa forma, a reestruturação e adequação do Projeto Político Pedagógico anualmente são de fundamental importância para a unidade escolar, pois envolve todos os segmentos da comunidade escolar (gestores, docentes, discentes, funcionários em geral, pais ou responsáveis pelos alunos matriculados). Mas, todo PPP só tem real sentido quando é elaborado, reelaborado ou adequado quando resulta de  uma construção coletiva a qual procura consolidar os ideais de uma escola democrática, inclusiva e abrangente.

Existindo projeto pedagógico próprio, torna-se bem mais fácil planejar o ano letivo ou rever e aperfeiçoar a oferta curricular, aprimorar expedientes avaliativos, demonstrando a capacidade de evolução positiva crescente. É possível lançar desafios estratégicos como: diminuir a repetência, introduzir índices crescentes de melhoria qualitativa, experimentar didáticas alternativas, atingir posição de excelência (Demo,1998,p. 248).

Num momento de discussão onde cada um apresenta sua parcela de contribuição, torna-se possível efetivar um processo de ensino-aprendizagem de qualidade, uma vez que todos  cooperam por meio de reflexões, ações expondo soluções para questões proporcionadas por um mundo cada vez mais exigente em todos os sentidos.

Diante das considerações acima a Direção Colegiada da Escola Estadual Marechal Castelo Branco, apresenta a adequação realizada no Projeto  Político Pedagógico desta Unidade Escolar no ano de 2016, desenvolvida no seio das discussões e debates rumo ao aprimoramento  da aprendizagem e da valorização dos seres humanos em seu período mais importante da vida, que é o período de aprendizagem de novos valores e costumes numa sociedade em mudança.

Essa adequação foi realizada em momentos distintos, durante as Formações Continuadas desenvolvidas pela Coordenação Pedagógica amparada pela Secretaria Estadual de Educação de MS e também nos momentos de horas atividades realizadas pelos docentes destinadas a essa finalidade e reuniões com os demais membros da comunidade escolar interna e externa.

Com tal adequação pretende-se continuar com a implantação de uma escola independente, democrática, autônoma e com liberdade de expressão.

Nos anos anteriores grandes avanços foram observados no processo pedagógico realizado nessa unidade escolar relacionados às mudanças que vem ocorrendo na sociedade e portanto pretende-se continuar a avançar  com a nossa escola continuando a ser agente de mudança social em um espaço democrático que garanta ao aluno o direito de desfrutar da construção do seu conhecimento, ofereça aos professores formações continuadas in loco bem como formação a distância, com uma gestão mais democrática, atuante, que saiba criar propostas alternativas para superação de problemas escolares que insira todos os membros da comunidade escolar no compromisso com a qualidade do processo ensino-aprendizagem desenvolvido no âmbito escolar.

Continuamos com o propósito de formar cidadãos que cumpram seus deveres, com valores, críticos, politizados, responsáveis e comprometidos com a comunidade onde vivem. Cidadãos que exerçam a cidadania de forma onde haja mobilização para a conquista dos direitos civis, como segurança e locomoção; direitos sociais, como trabalho, salário justo; saúde ,educação, habitação e direitos políticos, como liberdade de expressão, de voto, de participação em partidos políticos e sindicatos, etc.

E também reafirmamos que esse momento de adequação é a realização concreta de construir e reconstruir de forma dinâmica e histórica o processo coletivo, o comprometimento em contribuir com a formação de um cidadão participativo, crítico e criativo, com determinação em crescimento pessoal e profissional que é o que a sociedade espera de nossas crianças e adolescentes para um futuro promissor.



3 - Missão

A Escola Estadual Marechal Castelo Branco pauta-se em oferecer formação integral que favoreça a autonomia, por meio de educação com qualidade, tendo em vista a transformação social com sustentabilidade, incentivando os discentes a buscarem o desenvolvimento intelectual, reconhecendo o valor da educação.



4 - Visão

Ser reconhecida como instituição de educação inovadora que concretiza o processo ensino e aprendizagem na formação de cidadãos críticos e conscientes.



5 - Valores

Ser Humano: deve ser inserido em processos de crescimento contínuo com autonomia,  criticidade, criatividade, democracia e responsabilidade;

Ética: queremos uma escola que promova uma cultura de liberdade e que esteja atenta à diversidade de todos os membros da comunidade educativa;

Comprometimento: com a atuação efetiva de cada um, em prol da aprendizagem e do bem estar  coletivo;;

Ambiente Sustentável: disseminar culturas conscientes, com atitudes de responsabilidade ambiental que contribuam para um mundo melhor;

Responsabilidade Social: adotar posturas éticas e compromissos sociais com a comunidade, bem como integridade, respeito e justiça;

Informação: ampla, acessível e transparente.



6 - Diagnóstico

O diagnóstico da realidade do processo educativo da Escola Estadual Marechal Castelo Branco foi elaborado por meio de questionários aplicados a toda comunidade escolar, por amostragem. Através dos resultados obtidos verificaram-se os procedimentos, atitudes, pensamento e aspirações de todos os segmentos que compõem a estrutura organizacional da comunidade escolar quanto à importância da educação. Para diagnosticar características relacionadas aos educando desta Unidade Escolar como dados demográficos, situação socioeconômica e vida escolar, foram coletados dados por meio de questionários aplicados em 34 turmas entre os períodos matutino, vespertino e noturno.



6.1 - Situação socioeconômica e educacional da comunidade

Nos dias modernos vivemos num mundo capitalista onde o consumismo desenfreado é muito grande a tendência de a sociedade onde o ter vale mais do que o ser, estamos vivenciando  uma grande degradação dos valores humanos em nossa sociedade, mais ainda predomina os valores em destaque como a honestidade, o respeito, a responsabilidade e, independente da religião e do fato de serem ou não praticantes, todos consideraram que os valores religiosos devem ser transmitidos aos jovens.

A escola é formada por alunos da cidade, núcleos industriais e fazendas, quanto ao nível sócio econômico temos alunos das classes alta, média e baixa.

"De modo geral, os pais  não  se envolvem como deveriam na vida escolar dos filhos. Os mais pobres dão graças aos céus pelo fato de a escola fornecer merenda, segurança e livros didáticos, material e uniforme gratuitos. Os de classe alta e média se contentam com o que é oferecida pela entidade mantenedora, a limpeza e exigências da escola.



6.2 - Histórico da escola

Criação Grupo Escolar Dr. Arnaldo Estevão Figueiredo.

Criação do Ginásio Estadual “Marechal Castelo Branco”.

Decreto nº300 de 29/11/71.

Integração Física do Grupo Escolar ao Ginásio “Marechal Castelo Branco”. Decreto nº. 1501 de 04/06/73.

Curso do 2º Grau Habilitação para o Magistério de 1º a 4º Séries. Autorização: Deliberação do CEE nº. 64 de 22/05/80.

Reconhecimento do curso Deliberação CEE nº. 730 de 28/056/84.

Denominação de E. E. ”Marechal Castelo Branco”: Decreto nº. 2643 de 30/05/84.

Educação Integrada: Deliberação CEE nº. 1.106 de 22/08/85.

Classe especial: Deliberação CEE nº. 1451 de 07/08/86.

Desativação do Curso Habilitação para o Magistério: Deliberação CEE nº. 1.392 de 14/05/87

Curso 2º Grau Lei nº. 7044/82: Autorização: Deliberação CEE nº. 1786 de 18/12/87.

Reconhecimento de Curso: Deliberação CEE nº. 3034 de 02/04/92.

Autorização para o funcionamento da Classe Especial - DA: Deliberação CEE nº. 2524 de 05/07/90.

Credenciamento e Autorização de funcionamento do Ensino Fundamental e do Ensino Médio: Resolução/SED nº. 1678 de 01/12/2003.

Autorização de Funcionamento da Educação Básica do Campo na etapa do Ensino Médio: CI 0219-2010-Parecer 004-2010.

Educação de Jovens e Adultos na Etapa Final do Ensino Fundamental: Autorização de Funcionamento Resolução/SED nº 2604   de 20de dezembro de 2012.

Educação de Jovens e Adultas Resoluções /SED nº2669 de 18 de janeiro de 2013: Autoriza o funcionamento dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos nas etapas do ensino fundamental e do ensino médio – EJA III – MS, em unidades escolares da Rede Estadual de Ensino do Estado de Mato Grosso do Sul.



6.3 - Situação física da escola

Área do terreno= 3.294 m2. De 13/05/52.

Área de construção= 19 62

Instalações:

Sala de direção

Secretaria 3,70 x 9,35 m

13 salas de aula com medidas de 8,20 mX 6,15 m

Quadra coberta: 21 x 25,5m

Instalações Sanitárias

04 banheiros masculinos

04 banheiros femininos

Coordenação pedagógica

Cozinha

Depósito de alimentos

Sala de tecnologia

Biblioteca

Não há espaços diferenciados para atividades pedagógicas, somente quadra de esportes coberto, 2 pátios 1 coberto e 1 descoberto. As atividades pedagógicas que requerem espaços alternativos são improvisadas antecipadamente pelos professores.

A aquisição de mesas e bancos reservada ao lanche, também são utilizadas como forma de se aplicar atividades diferenciadas fora do ambiente de sala de aula, principalmente no período vespertino, onde o número de alunos é reduzido e o calor no interior da sala de aula é mais intenso.

As instalações hidráulicas e sanitárias são conservadas e quando necessário, os gestores tomam as providências cabíveis.

Quanto ao paisagismo a unidade escolar não consta com nenhuma área verde, pois, após a última reforma, por ordem do mantenedor foram retiradas todas as árvores e áreas verdes naturais. Conforme está sendo trabalhado em diversas disciplinas o tema Meio Ambiente está sendo recuperados com materiais reciclados.

No período vespertino a clientela atendida reclama da falta de sombras e conseqüente mente do calor excessivo, o que é remediado com a utilização de ventilação artificial.

As salas de aula contam como já citado anteriormente com iluminação e ventilação artificial, cortinas.

Para esse ano foi adicionado mais dois ventiladores em cada sala de aula para amenizar o calor excessivo



6.4 - Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo

Nesse ano de 2016 são 42 docentes que atendem o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.

O número de discentes são 928 alunos frequentes.

São 13 funcionários administrativos divididos em Agentes e Assistentes de Atividades Educacionais e Gestor de Atividades Educacionais concursados e 02 funcionários administrativos contratados terceirizados.

As funções e atribuições de cada profissional são contidas no regimento escolar.

Para realizar o trabalho de manutenção e limpeza das instalações físicas são 06 funcionárias. Não tem funcionário administrativo do sexo masculino nesse setor.

Para realizar o trabalho de preparação das merendas há 03 funcionárias.

Para realização dos trabalhos de secretaria há uma funcionária destinada aos serviços de secretaria em geral, 01 funcionário que ocupa o cargo de secretário e uma funcionária readaptada que auxilia também nas tarefas a serem realizadas na secretaria como arquivos de documentos, expedições, vida funcional dos funcionários e demais tarefas contidas no regimento escolar da unidade escolar.

O nível de formação inicial dos profissionais é conforme o cargo que o mesmo ocupa e solicitado no concurso para exercício da função.

As formações continuadas são realizadas na unidade escolar, ministradas pela Coordenação Pedagógica conforme encaminhamentos sugeridos pela Secretaria de Estado de Educação.

O corpo discente é constituído por alunos devidamente matriculados na unidade escolar, conforme estudos realizados em anos anteriores. Os alunos que não apresentam desempenho intelectual satisfatório são atendidos em aulas de reforço conforme projeto desenvolvido pela unidade escolar bem como outras atividades diversificadas.

A unidade escolar disponibiliza materiais de consumo necessários para o desenvolvimento das atividades realizadas pelos professores junto com os alunos e também demais recursos solicitados como forma de aprimoramento e aperfeiçoamento dos professores.



6.5 - Recursos materiais e tecnológicos disponíveis e sua adequação, móveis, equipamentos e material didático.

Sala de Tecnologia e Recursos Midiáticos (STE).

Adequação, a sala recentemente inaugurada é ampla e arejada possuindo 44,0 metros quadrados;.

Móveis, 22 mesas, 5 bancadas, 58 cadeiras,01 armário, 01 mesa para uso dos alunos durante as atividades.

Equipamentos, 28 computadores, 02 Projetor multimídia, 2 impressoras, 2 caixas amplificadas, 01 aparelho de som.

Material Didático, para auxilio nas aulas contamos com 02 kits de dvds tv escola.

1 Filmadora

2 Notebook

1 Máquina fotográfica Sony

1 Scanner

1 Data Show I

1 Caixa som amplificada

1 Mesa (acústica) de som

1 Caixa acústica

2 Microfones ( auricular)

2 Microfones (individual)

1 Microfone system profissional

1 Data Show (II), modelo L S5580-000/Linux-PC Educacional R 01.

“2-TV 20”

“1-TV 29”

2-DVDs

Sala Direção Escolar

2 armários de madeira(2 portas)  azul pequeno.

1 armário de madeira(2 portas) com rodinhas grande.

1 mesa azul  pequena (com gavetas)

1 mesa (cor bege) grande(com gavetas)

1 mesa de computador  pequena

1 Computador com CPU

Sala Coordenação Pedagógica

3 armários de aço(2 portas)grande

3 armários de madeira com 02 portas

2 escrivaninhas com  gaveta

1 mesa  de TV e  DVD com rodinhas

1 mesa  de computador branca pequena

1 mesa bege( pequena)

2 Computador com CPU

1 Retroprojetor

3 Globos terrestres

01 Microscópio e seus acessórios

Sala secretaria

1 armário de aço(2 portas)-M

1 arquivo com 04 gavetas

3 escrivaninhas

2 mesas de computador

1 escrivaninha

2 estabilizadores

1 aparelho de telefone sem fio.

5 cadeiras

1 modem

1 máquina multifuncional canon Image Runner

1 impressora kyocera FS 820.

Sala de Arquivos da Secretaria

14 arquivos de aço (4  gavetas)

Sala  professores

1 mesa de madeira grande

10 cadeiras

2 armários de aço(2portas) grandes

2 arquivos de aço( 4 gavetas)

16 armários pequenos individuais (aço)

1 TV CCE

1 mesa de computador

2 computadores com CPU

1 banco

Biblioteca

4 Mesas redondas para pesquisa com 06 cadeiras

1 arquivo com 04 gavetas

1 tv 50 polegadas

Estantes com livros para pesquisa

1 escrivaninha



6.6 - Existência de sala de recursos multifuncional.

Desde o 2014 por motivo de a clientela atendida ser formada por alunos, em sua maioria, por alunos dos anos iniciais do ensino fundamental e a E. E. Marechal Castelo Branco ter um número mínimo de atendimento a essa etapa de ensino, a Sala de Recursos Multifuncionais foi transferida para a E. E. Chico Mendes por interesse da entidade mantenedora. No ano de 2015 todo o atendimento de pais e equipe clínica, pedagógica e administrativa do NUESP também foi transferido para a escola acima citada. A técnica da NUESP quando solicitada pela Direção ou Coordenação Pedagógica realiza atendimentos técnicos também na Escola Estaduais Marechal Castelo Branco.



7 - Organização da escola

A Escola Estadual Marechal Castelo Branco está organizada conforme a estrutura da SED/MS, desde a lotação dos profissionais até o funcionamento de toda estrutura pedagógica, administrativa e financeira.

Como garantia de toda organização atende aos dispostos nas legislações vigentes e às solicitações de todos os setores da Secretaria de Estado de Educação/MS, tendo em seu contexto recursos humanos qualificados e sintonizados com a democratização na escola.

A gestão democrática exige uma ruptura histórica na prática administrativa da escola, necessitando de compreensão profunda dos problemas postos pela pratica pedagógica, buscando a socialização através da pratica coletiva, da reciprocidade, solidariedade, e da autonomia.

A participação ampla assegura a transparência das decisões, fortalece as pressões para que sejam elas legitimas, garante o controle sobre os acontecimentos e, sobretudo, constitui para que sejam contempladas questões que de outra forma não entrariam em cogitação. (MARQUES,1990,p.21) 

O que deixa claro perceber que para que a gestão democrática realmente aconteça no interior da escola para se consolidar uma efetiva organização necessita de participação critica de toda comunidade escolar, de todos os segmentos.

Na escola não há lugar para burocratas nem súditos. Nela todos os envolvidos são considerados cidadãos, atores participantes de um processo coletivo de fazer educação. Educação que constrói a partir de suas organizações e processos, a cidadania e a democracia.(BORDIGNON,1993. p. 85¬86). 

Portanto para que a escola seja realmente organizada deve estar pautada em seus aspectos administrativos, pedagógicos, financeiros e de relacionamento interpessoal entre os participantes de todo processo educativo nela oferecido.



7.a - Proposta de trabalho para medidas de melhoria da organização da escola e do desempenho

A primeira atividade de planejamento realizada no início do ano de 2016 foi a elaboração de Cronograma de Projetos e Atividades Diferenciadas a ser desenvolvidos durante o ano letivo, conforme tabela abaixo.

 

ESCOLA ESTADUAL MARECHAL CASTELO BRANCO

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES DIFERENCIADAS (PDE ESCOLA) - 2016

RESPONSÁVEIS: DIREÇÃO, COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E CORPO DOCENTE

 

MÊS

ATIVIDADE/PROJETO/AÇÃO

RESPONSÁVEIS ENVOLVIDOS

 DATA

Março

Mural Informativo

Todos os docentes

01/03/2016

Março

Início da Horta suspensa/compostagem

Docentes de Ciências da Natureza, Biologia, Física, Química e voluntários da unidade escolar e comunidade em geral.

01/03/2016

Março

Ação sobre a Água

Todos os docentes em todas as disciplinas/*rogetec

05/03/2016

Março

Oficina Reciclagem (Profºs Márcia Gomes, Letícia, Renata, Claudemar)

Todos os docentes e funcionários em geral

07/03/2016

Março

Palestras:A importância do exercício físico na era digital. Profuncionário

Todos os docentes; responsável pelo evento

17/03/2016

Março

Projeto Mosaico(profª Eliane)

Todos os docentes que se adaptem a ideia

31/03/2016

Abril

Rádio Educativa(PROGETEC, Profºs Dyemison, Régis, Vanderley)

Progetec e demais docentes parceiros que se adaptem a ideia

01/04/2016

Abril

Início do Reforço Escolar

Todos os docentes

01/04/2016

Abril

Visita a Fibria (Profª Leni)

Docentes de Ciências, Biologia, Geografia, Química, Física

09/04/2016

Abril

Dia de Linguagem

Todos os docentes de língua portuguesa e produção interativa

17/04/2016

Abril

Concurso de Paródias e Teatro- Diversidades

Todos os docentes

30/04/2016

Maio

Festival de Música (Profº Dyemison)

Docentes de Arte e parceiros que se adaptem a ideia

08/05/2016

Maio

Passa ou Repassa – conhecimentos gerais

Todos os docentes que se adaptem a ideia

22/05/20116

Maio

Teatro: Vivendo em um mundo de números (Profº Vanderley)

Docentes de matemática e alunos do 1º ano do Ensino Médio

29/05/2016

Junho

Feira Verde – Meio Ambiente (Profºs de Ciências da Natureza)

Todos os docentes e alunos

03/06/2016

Junho

Festa Junina

Toda a comunidade escolar

23/06/2016

Julho

Projeto de Inglês( Profª Rosi)

Todos os docentes e funcionários que se adaptem a ideia e também comunidade em geral

03/07/2016

Julho

Jogos Interclasses – modalidade voleibol (Profº Douglas/Profº Régis)

Todos os docentes

10/07/2016

Agosto

Feira de Exatas e Ciências da Natureza

Todos os docentes das áreas de exatas e ciências da natureza.

07/08/2016

Agosto

Dia da Matemática

Docentes de Matemática e Raciocínio Lógico

28/08/2016

Setembro

Visita a Usina Jupiá(Profª Márcia Gomes)

Docentes que se adaptem a ideia

11/09/2016

Setembro

Feira de Linguagens

Todos os docentes da área de linguagens

25/09/2016

Outubro

Atleta na Escola (Profºs Douglas e Régis)

Docentes de Educação Física e parceiros que se adaptem a ideia

08/10/2016

Outubro

Projeto Visita as Universidades- (Profº Dyemison)

Docentes que se adaptem a ideia

23/10/2016

Novembro

Feira de Humanas

Todos os docentes da área de humanas

06/11/2016

Novembro

Projeto Consciência Negra

Todos os docentes

20/11/2016

Dezembro

Jogos Interclasses – modalidade futsal (Profºs Douglas e Régis)

Todos os docentes

07 a 11/12/2016

Todas as atividades/projetos/ação serão autorizadas previamente pela Direção Escolar para cumprimento do presente cronograma elaborado conforme as discussões realizadas na Formação Continuada /2016.

Qualquer alteração que se fizer necessário, observar até dia 27/02/2016, comunicando a Coordenação Pedagógica para que sejam realizadas as alterações pertinentes.

Observar que os alunos da Educação de Jovens e Adultos pertencem ao contexto da unidade escolar e devem obrigatoriamente participar de todas as atividades.

Em todas as atividades/projetos/ações constantes nesse documento a presença do PROGETEC será indispensável para elaboração e execução dos projetos como coparticipante e responsável pelos registros visuais dos mesmos e oferecimento de todo material tecnológico necessário.

Além das atividades constantes na tabela acima, todos os docentes deverão estar atentos às principais datas comemorativas relacionadas a sua área de atuação e também a outros projetos/ações/metodologias que tenham o objetivo de assegurar o referencial curricular e a aprendizagem significativa dos alunos.

Os registros dos projetos/ações/metodologias com toda estrutura teórica serão postados no ambiente dos Projetos Escolares após serem efetivados e finalizados com a apresentação dos resultados obtidos.

Também nos planejamentos devem ser citadas as atividades diferenciadas.

Os docentes devem se dirigir a Coordenação Pedagógica ou PROGETEC para elaborar a parte teórica dos projetos com antecedência de 10 dias antes da data agendada para a realização do mesmo.


 



7.1 - Gestão escolar

A direção e o colegiado escolar estão organizados conforme a legislação vigente. Os segmentos são eleitos pela comunidade escolar. Após alguns ajustes durante os anos anteriores a Gestão Escolar da nossa unidade escolar está sendo direcionado a novos rumos, o que está sendo visível através de todas as atividades realizadas e o ambiente inovador e agradável e harmonioso em que se encontra a E. E. Marechal Castelo Branco.

Desde o professor a todos os componentes que realizam atividades no interior da escola, a responsabilidade com os alunos na promoção de um ensino de qualidade priorizando a conectividade e a aquisição dos conhecimentos universais e uma extensão da sociedade, onde os valores sociais, culturais são dinamizados e lapidados, acreditamos que nos dias atuais, ambos devem ter no seu bojo de objetivos a ideia de uma escola democrática a serviço da formação de cidadãos críticos e participativos e da transformação das relações sociais presentes.

A participação é o principal meio de assegurar a gestão democrática, possibilitando o envolvimento de todos os integrantes da escola no processo de tomada de decisões e no funcionamento da organização escolar. A participação proporciona melhor conhecimento dos objetivos e das metas da escola, de sua estrutura organizacional e de sua dinâmica, de suas relações com a comunidade e propicia um clima de trabalho favorável a maior aproximação entre professores, alunos e pais.(LIBÂNEO,2002, p. 87).

Também asseguramos as idéias de Luck (2002, p. 66), quando cita:

“A participação significa, portanto, a intervenção dos profissionais da educação e dos usuários (alunos e pais) na gestão da escola. Há dois sentidos de participação articulados entre si: a) a de caráter mais interno, como meio de conquista da autonomia da escola, dos professores, dos alunos, constituindo prática formativa, isto é, elemento pedagógico, curricular, organizacional; b) a de caráter mais externo, em que os profissionais da escola, alunos e pais compartilham, institucionalmente, certos processos de tomada de decisão”.

Colegiado Escolar

O Colegiado Escolar é formado por todos os segmentos da comunidade escolar: pais, alunos, professores, direção, funcionários e representantes da comunidade local e tem como atribuição deliberar sobre questões pedagógicas, administrativo-financeiras da escola. Assim, se reúnem para sugerir medidas e soluções ou tomar decisões e assume funções deliberativas, consultivas, fiscais e também mobilizadoras.

 

O Colegiado Escolar no ano de 2016 está assim constituído:

Segmento

Componentes

Presidente-(pai de aluno)

Claudemar Frederice

Diretor (a)

Jucelene Guarini

Diretora Adjunta

Kelly Bonacina

Professor (a) Coordenador Pedagógico(a)

Clóvis Domingues

Jussara Lany Souza

Sérgio Ferreira da Silva

Zanilda Alves da Silva

Funcionários Administrativos

Isabella Ribeiro da Silva

Luzia Corim

Pai/mãe  ou responsável

Simone Souza dos Santos

Claudia Corsino

Zoralda Vitorio da Silva

Estudantes

Giovana da Silva Lima

Wanderson de Almeida Bispo

Maria Eduarda Alfaro  

Associação de Pais e Mestres (APM)

A Associação de Pais e Mestres é constituída por pais de alunos, alunos regularmente matriculados na unidade escolar, preferencialmente maior de 16 (dezesseis) anos e funcionários da comunidade escolar com a finalidade de colaborar com a qualidade educacional almejada pelas comunidades escolar e local. É o órgão responsável pelo gerenciamento de recursos materiais e financeiros com a função de Unidade Executora dos recursos financeiros advindos de programas educacionais governamentais (merenda escolar, repasse financeiro, entre outros). Responsabiliza-se também pela transparência da prestação de contas tanto aos órgãos específicos quanto à comunidade escolar. 

 

Nesse ano de 2016 é composta pelos seguintes membros:

Função

Nome

Presidente –

Claudia Garcia Corsino

Vice-presidente –

Girlan Ribeiro

1º Secretário –

Claudemar Frederice

2º Secretário –

Alana Maria Bastreghi

1º Tesoureiro –

Ivanildo Silvério Borges

2º Tesoureiro –

Thainá Azevedo Queiroz

Atendimento de demanda

A E. E. Marechal Castelo Branco atende alunos dos ensinos fundamentais iniciais/finais e Ensino Médio. Em 2016 oferece atendimento também a alunos da Educação de Jovens e Adultos - EJA lV, O Normal Médio e o Programa Mais Educação.

Funcionamento da biblioteca

A biblioteca, com espaço físico próprio, iniciou seu funcionamento, ainda de forma não tão efetiva nesse ano de 2016. O espaço é agradável, mas faltam recursos humanos para gerenciá-lo. Na biblioteca ficam alocados os livros didáticos e paradidáticos para utilização da comunidade escolar e também trabalhos desenvolvidos pelos alunos. O espaço conta ainda com um televisor fixada à parede com o objetivo de dinamizar aulas que necessitem de recursos audiovisuais para o seu desenvolvimento, fora do ambiente da sala de aula e da STE.

O espaço é bom, mas a unidade escolar necessita urgentemente de recursos humanos para que se torne verdadeiramente um espaço pedagógico eficaz.

Funcionamento da secretaria escolar e sistema de coleta de dados

A secretaria escolar é composta de 01 secretário e 01 servidor administrativo e 01 servidor readaptado os quais executam suas atividades conforme legislação vigente.
Os dados escolares referentes ao corpo discente são coletados atualmente através do SGDE. e registrados de forma online.

Na secretaria há ainda os arquivos passivos de ex-alunos e funcionários com toda a vida acadêmica e profissional, respectivamente.

Livro didático

Qs livros didáticos utilizados pelos alunos do ensino fundamental e do ensino médio fazem parte do acervo do Programa Nacional do Livro Didático. A cada três anos é realizada a escolha do livro didático pelos docentes.

Grêmio Estudantil

O Grêmio Estudantil é uma entidade representativa dos alunos, que se organizam em torno de seus interesses, com finalidades educacionais, culturais, cívicas e sociais. O grêmio estudantil da E. E. Marechal Castelo Branco tem estatuto próprio, em acordo com as diretrizes do sistema estadual educacional. É composto pelos seguintes membros:

 

DIRETORIA DO GRÊMIO

ALUNOS

SÉRIE

PERÍODO

PRESIDENTE

CAMILA SANCHEZ

2°A-EM

MATUTINO

VICE-PRESIDENTE

JOÃO VÍTOR DOS REIS

3°A-EM

MATUTINO

PRIMEIRO SECRETÁRIO

MARIANE MORI

1°A-EM

MATUTINO

SEGUNDO SECRETÁRIO

RODOLFO DIAS PEREIRA

2° C - EM

MATUTINO

PRIMEIRO TESOUREIRO

CARLOS DOS SANTOS

3°A-EM

MATUTINO

SEGUNDO TESOUREIRO

ALICE DUTRA

3°D-EM

NOTURNO

DIRETOR DE EDUCAÇÃO

NAGILI GABRIELI DELEIRA

1°C-EM

MATUTINO

DIRETOR DE EDUCAÇÃO

BIANCA DELEIRA

1°C-EM

MATUTINO

DIRETOR SOC/ CUL/ IMP/

DIOGO MORAES

2°C-EM

VESPERTINO

DIRETOR DE ESPORTE

WALIF OTÁVIO 

2°A-EM

MATUTINO

Conselho de Classe

É um órgão de natureza deliberativa, presidido pelo diretor ou outro membro por ele designado; é composto pelo coordenador pedagógico e os professores do da turma em que o aluno esteja matriculado, que decidem sobre ações preventivas e corretivas em relação ao rendimento dos alunos, ao comportamento discente, as promoções e reprovações e as outras medidas a serem tomadas, visando o melhor desempenho escolar dos alunos. Na unidade escolar também participam das reuniões do conselho os alunos representantes de cada turma.

As organizações acima citadas constituem a estrutura organizacional da nossa unidade escolar com foco na gestão escolar participativa.



7.2 - Organização do tempo e espaço

A E. E. Marechal Castelo Branco funciona nos três períodos: matutino, vespertino e noturno. O período matutino funciona das 07:00h as 11:20 horas, o período vespertino funciona das 12:50 horas as 17:10 horas e o período noturno das 18:45 horas as 22:30 horas. O turno matutino é o que atende maior número de alunos devido aos alunos da zona rural. O critério de formação de turmas é priorizar a demanda   dos alunos da zona rural no período matutino completando o restante com os alunos da zona urbana. Essa unidade escolar atende todos os alunos do ensino médio do município de Água Clara e de municípios vizinhos, que utilizam transporte escolar, como Ribas do Rio Pardo e Inocência. As turmas são formadas conforme legislação vigente. Nesse ano de 2016 as turmas dos anos iniciais e finais do ensino fundamental são autorizadas a funcionar com no mínimo 25 alunos, no ensino médio no mínimo com 35.

A organização do tempo e do espaço escolar da E. E. Marechal Castelo Branco é definida principalmente pelo calendário escolar.

O calendário escolar é de extrema importância, pois ele é um elemento constitutivo da organização do currículo escolar. É ele que mostra a quantidade de horas que os professores de cada matéria terão para usar em sala de aula, as avaliações, cursos, os feriados, as férias, períodos em que o ano se divide, os dias letivos, as atividades extracurriculares (como campeonatos intercalasse, festa junina, entre outros) e as atividades pedagógicas (como trabalho coletivo na escola, conselho de classe e formações continuadas.

Também a Matriz Curricular é o documento que define o quantitativo de horas semanais e anuais a que o aluno tem direito em cada turma durante o ano letivo.

Com referência ao professor, o mesmo necessita de tempo para conhecer melhor seus alunos, exercer sua formação continuada dentro do ambiente escolar, participando de cursos e palestras de formação continuada, preparando suas aulas, diários, avaliações, atividades didáticas e acompanhando e avaliando o projeto político-pedagógico em ação. O tempo a que o professor se dedica para tal são os momentos de horas atividades ou horas de planejamento.

O aluno também precisa de tempo para, entre outras coisas, se organizar e criar seus espaços para além da sala de aula. E nossa escola contribui significativamente com esse hábito, pois os professores sempre levam em consideração as dificuldades de cada turma ou aluno, especialmente dos alunos do período noturno e da zona rural.

As turmas são constituídas por alunos devidamente matriculados, conforme histórico escolar/transferências apresentados bem como do processo de classificação ao qual é submetido conforme legislação vigente.

 Níveis de Ensino

TURNO

ENSINO FUNDAMENTAL INICIAL

ENSINO FUNDAMENTAL FINAL

ENSINO  MÉDIO

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

MAIS EDUCAÇÃO

NORMAL MÉDIO

MAT.

01 Turma

05 Turmas

07 Turmas

************

05 TURMAS

************

VESP.

01 Turma

03 Turmas

04 Turmas

*************

05 TURMAS

************

NOT.

***********

*************

05  Turmas

02 Turmas

************

05 TURMAS

Sistema de Recuperação

O sistema de recuperação ocorre conforme legislação específica da Secretaria de Estado de Educação. A unidade escolar adota ainda a  recuperação de estudos integrados no processo regular de aprendizagem, tendo por objetivo principal, recuperar o aluno de insuficiência verificada em seu aproveitamento e, ser conduzido, prioritariamente, com orientação e acompanhamento nos estudos, de acordo com dados concretos da situação do educando.

A unidade escolar oferece a recuperação processual de estudos durante o ano letivo, destinado a colocar o aluno no ritmo de aprendizagem da turma mediante o diagnóstico e especificações das dificuldades e a aplicação de métodos e técnicas adequados a sua recuperação. Há ainda projetos educacionais de reforço escolar em andamento no ensino médio. Tal projeto deverá se estender a todos os alunos tanto do ensino fundamental quanto do ensino que necessitarem de atendimento individual. No ensino fundamental o processo acontece ainda paralelamente conforme as dificuldades apresentadas, em um trabalho entre docente e coordenação pedagógica.

Há ainda o exame final que é mais uma oportunidade de estudos destinado a recuperar o aluno das insuficiências constadas através de sua média anual.



8 - Relações entre a escola e a comunidade

Os pais ou responsáveis participam em reuniões da direção na abertura dos semestres letivos para apresentação dos professores, do regimento escolar, do sistema de avaliação e combinados de conduta na escola, ser informados sobre os gastos, aquisições, e total desenvolvimento dos recursos financeiros recebidos pela unidade escolar. Além disso, os pais ou responsáveis são convocados a comparecerem nos finais de bimestres para entrega de boletins, para ter ciência de desvios de comportamento e conduta de seus filhos, quando necessário, realização e participação em eventos festivo-comemorativos- pedagógicos e sociais realizados pela escola; e demais atividades realizadas durante o ano letivo

A relação entre a escola e a comunidade do ano anterior de 2015 até a presente data (junho/2016) iniciou com uma melhor participação da comunidade local devido aos projetos pedagógicos desenvolvidos por alunos e professores no âmbito da unidade escolar.

Continua sendo efetiva a participação dos pais de alunos do ensino fundamental, mas os pais dos alunos do ensino médio também começaram a comparecer aos eventos realizados de forma natural e espontânea com o intuito de prestigiar os trabalhos desenvolvidos por seus filhos.

As autoridades, sempre que solicitadas, comparecem aos eventos, homenagens ou auxiliando de diversas maneiras a escola e sua comunidade em geral.A unidade escolar tem um bom relacionamento com todas as instâncias que pertencem a sociedade civil do município. Há sempre o apoio e participação da unidade escolar em atividades, eventos, campanhas educativas, projetos e acontecimentos relacionados com a educação.



9 - Concepções teóricas

Educação: A educação é um direito garantido na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB e no Plano Nacional de Educação, consolida a todos os direitos ao acesso e a permanência na escola para o aprimoramento enquanto ser humano, preparando-o para o exercício das profissões e da cidadania.

Escola: A escola privilegia a aquisição de um saber vinculado às realidades sociais e, dos quais os métodos favoreçam a correspondência dos conteúdos para que os alunos tenham o auxílio de compreensão da realidade – prática social, mormente diante das reais competitividades neste mundo globalizado. Considerando a rápida transformação técnico-científica que ocorre em todos os setores da sociedade, surge a preocupação de formar jovens para superar as contradições e os obstáculos provenientes da dinâmica tecnológica. Com isso, em nossa escola, devemos oportunizar aos alunos um conhecimento que os capacite a conviver com os diferentes, com respeito ao meio ambiente, com a participação ativa e crítica da sociedade. A concepção de ensino em nossa escola, pensada, dará ênfase as Relações Sociais e de Comunicação objetivando a transformação dos indivíduos, para que possam ter visões otimistas, tornando-os ousados, articuladores de suas próprias possibilidades e formação. A escola, como visão de futuro, tem a pretensão de ser reconhecida no Estado, por oferecer um ensino de qualidade, trabalhando com transparência, ética e respeito aos colaboradores e a comunidade. Com esse perfil a escola optou por uma concepção pedagógica histórico-crítica e formação humanista. Se a escola não incorporar as mudanças ocorridas na sociedade, não exerce a sua função social e para tanto, a capacitação continuada de professores em inovações metodológicas, ações estas que contribuem para a qualidade da educação. Esse condicionamento “obriga” o professor a buscar informação continuada para corresponder com as expectativas do educando.

Currículo: A escola juntamente com a comunidade elabora o seu currículo para integrá-lo de forma substancial dentro das necessidades da comunidade. Pois, na aprendizagem, a prática atrelada à teoria fará do aluno, além de profissional capaz, tornar-se um verdadeiro ser humano e cidadão.

Ensino e aprendizagem: Para direcionar os trabalhos pedagógicos da escola utilizamos dos resultados das avaliações, como, SAEB, Prova Brasil / IDEB, entre outras fontes de informações para que possamos acompanhar as transformações e inovações em busca de uma educação de qualidade. É nessa educação que entendemos que uma escola pública de qualidade deverá garantir mais do que o futuro do indivíduo, é dar condições do país competir com os mercados nacionais e internacionais, é aumentar a qualidade de vida, é tornar seguro o indivíduo que, sabendo construir o conhecimento, saberá interagir e dominar a situação.

Avaliação da aprendizagem: No processo de avaliação contínua visamos acompanhar o desenvolvimento do aluno nos aspectos cognitivos, afetivos, psicomotores, educacionais e sociais, preponderando os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Sendo um processo diagnóstico e global, feedback do trabalho do professor, reflexão sobre as metodologias adotadas, a escola tem como instrumento norteador, o plano de ensino dos professores, Parâmetros Curriculares Nacional Curriculares da Rede Estadual de Ensino de MS.

Vivemos, atualmente, numa era onde o triunfo capitalista estabelece algumas ideias como sendo naturais tais como a competitividade, a eficácia tecnológica e que o acúmulo de conhecimento técnico tão amplamente cultivados e incentivados dentro do contexto de uma sociedade industrial e tecnicista, faz-nos promover serviços educacionais de qualidade para atender as expectativas dos alunos e da comunidade. Portanto, a missão da nossa escola é proporcionar a todos, a formação de cidadãos críticos e conscientes, capazes de agir nas transformações da sociedade e frente aos desafios do mundo moderno.

Com essa concepção da educação como meio de ascensão social, de erradicar a pobreza e minimizar a violência, concede à escola um papel primordial que é a valorização no âmbito nacional e internacional.
Esta Unidade Escolar cumpre o estabelecido na Proposta Pedagógica e no seu PDE – Plano de Desenvolvimento Escolar, e nos seus planos e metas que são estabelecidos sendo efetivamente cumpridos e alcançados. Entre os critérios estabelecidos num intenso debate que procura entender o atual processo de globalização, encontra-se o fato de que a inovação e o conhecimento são os principais fatores que definem a competitividade e o desenvolvimento de nações, regiões, setores, empresas e até a formação de indivíduos.

A pedagogia, como teoria da educação, busca equacionar de alguma maneira, o problema da relação educador-educando, e de um modo geral, orientando o processo de ensino aprendizagem.

A escola é um espaço de exercício da cidadania, onde se desenvolve um currículo. O ensino-aprendizagem caracteriza-se pelo desenvolvimento e transformação progressiva das capacidades intelectuais dos alunos, em direção ao domínio dos conhecimentos e habilidades, e sua aplicação. O processo visa alcançar resultados em termos de habilidades e competências. Para isso, a escola através de recursos pedagógicos contribui com o aperfeiçoamento da prática pedagógica de qualidade, propiciando educação diferenciada, principal função social da escola.Segundo Luckesi, a avaliação é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho. A apreciação desses dados permite uma tomada de decisão para o que deve ser feito em seguida.



10 - Critérios e formas de avaliação de aprendizagem

A avaliação é uma reflexão sobre o nível de qualidade do trabalho escolar do professor e do aluno. A escola opta pela avaliação processual e continuada, condizente com o projeto de escola e sociedade que queremos formar. Acreditamos que para superação dessas metodologias consideradas sem efeito na aprendizagem é preciso que se tenham instrumentos de verificação eficientes para acompanhamento da aprendizagem.

Só quando se vê os próprios erros através de uma lente de aumento e se faz exatamente o contrário com os outros é que se pode chegar a justa avaliação de uns e de outros (GANDHI)

A avaliação dos processos de ensino e aprendizagem dá-se através das seguintes modalidades:

Avaliação diagnóstica - realizada, geralmente, no início de cada etapa e/ou na introdução de novos temas e objetiva identificar os conhecimentos prévios que os estudantes já possuem numa determinada etapa de ensino (pré-requisitos), mediante a utilização de pré-testes, questões abertas, entrevistas, entre outras situações;

Avaliação formativa – realizada no decorrer de todo o período letivo(avaliação contínua) e objetiva fornecer informações sistemáticas sobre o processo de aprendizagem do estudante, em termos de conteúdos de natureza conceitual, procedimental e atitudinal, orientando o professor no desenvolvimento do seu trabalho docente, através da utilização de fichas e/ou registros de acompanhamento, relatórios, portfólios, contrato de trabalho/desempenho, caderno de registro dos estudantes, apresentação de trabalhos, avaliações escritas e orais, entre outros instrumentos, com vistas às intervenções, sempre que houver necessidade;

Avaliação somativa - realizada ao final de cada período letivo e objetivo identificar o conhecimento construído e/ou assimilado pelos estudantes, em termos de conteúdos de natureza conceitual, procedimental e atitudinal, demonstrado através da aquisição de competências e habilidades, tendo como foco os descritores estabelecidos, cuja atribuição de pontos ou notas dá-se mediante aplicação de diferentes instrumentos de avaliação, definidos pelo professor de cada componente curricular ou disciplina, através de seus respectivos planos de aula.

O resultado da avaliação somativa resulta da aplicação obrigatória, dos seguintes instrumentos avaliativos, cuja pontuação em cada um, variará de zero a dez conforme legislação vigente: produção em sala (participação efetiva nas aulas expositivas, trabalho em grupo/ equipe, debates, leitura e interpretação de textos variados, participação em oficinas, resolução de exercícios, etc.; realização de outras atividades propostas, incluindo as tarefas; frequência e pontualidade; uso adequado e constante do livro didático; organização dos cadernos de registro; a interação entre os estudantes, etc.), realização de trabalho (pesquisa; seminários; projetos; releitura de obras; apresentações teatrais, de danças, de musicais, etc.; produção de textos variados, vídeos, slides, etc.; realização de experimentos; relatório individual ou em grupo; montagem de maquetes, murais, etc.; e prova bimestral com questões objetivas e/ou subjetivas, contextualizadas, abrangendo as competências/habilidades e os conteúdos trabalhados no decorrer do bimestre.

A avaliação deve ter caráter diagnóstico, formativo e somativo e não apenas punir ou premiar o alunos pelos seus avanços ou dificuldades(Sérgio Silva,2015). 

Baseando-nos em Libâneo (1994, pág.203 -213), apresentamos alguns instrumentos de verificação do rendimento escolar que devem constar nas postagens dos planejamentos e diários on line e suas respectivas siglas:

NOMES DAS AVALIAÇÕES

SIGLAS

Artigo

AR

Auto avaliação

AA

Avaliação Bimestral

AB

Avaliação Mensal

AM

Avaliação Oral

AO

Comprometimento com as tarefas

COMP

Debate

DB

Experiência científica

EC

Frequencia /assiduidade

F/A

Leitura compartilhada

LC

Outros

OT

Participação

PART

Prova dissertativa bimestral

PDB

Prova dissertativa mensal

PDM

Recuperação paralela

RP

Relatório coletivo (alunos)

RCA

Relatório coletivo (professor)

RCP

Relatório de aula prática

RAP

Relatório individual (aluno)

RIA

Relatório individual (professor)

RIP

Resenha

RS

Resumo

RE

Roda de Leitura

RL

Seminário

SE

Simulado 

SM

Síntese

SI

Trabalho de pesquisa escrito em grupo

TPEG

Trabalho de pesquisa escrito individual

TPEI

Trabalho de pesquisa on line em grupo

TPOG

Trabalho de pesquisa on line individual

TPOI

Relacionamento interpessoal

RI

Relatório de Visitas a outras instituições

RVI

 

 

Com os critérios de avaliação adotados pela escola, percebemos que é possível avaliar das mais variadas formas cada aluno, sendo que nossa preocupação é que esses critérios de avaliação sejam instrumentos eficientes no processo ensino aprendizagem.

Seguindo a evolução dos tempos modernos e pensando realmente no desenvolvimento pleno dos alunos devemos sempre aperfeiçoar nossos instrumentos avaliativos, proporcionando a oportunidade ao aluno para que seu desenvolvimento seja plenamente satisfatório.

Tendo em vista que nós profissionais responsáveis pelo bom desempenho dos discentes, temos que priorizar instrumentos e métodos que auxilie da melhor forma o processo de ensino aprendizagem. Nesse momento a escola sentiu a necessidade de continuar trabalhando esses critérios avaliativos porque nos oferece condições de avaliar o aluno na integra.

Além dos critérios adotados, todos os docentes utilizarão como recursos avaliativos a participação dos alunos nas discussões dos temas, conteúdos trabalhados em sala de aula, onde terão oportunidade de criar condições para que o aluno participe e apresente argumentos; comprometimento com as tarefas assumidas, responsabilizando o aluno a ser pontual com as tarefas tanto em sala de aula quanto nas atividades extra-sala; frequencia e assiduidade que são fatores importantíssimos, no controle de presença garantindo a permanência do aluno na escola e combatendo a evasão e reprovação e  o interesse e envolvimento na execução de tarefas em grupo, onde os alunos trabalham e apresentam resultados em equipe trabalhando ainda a relação interpessoal, sendo esse  um importante item contribuindo para o desenvolvimento e socialização de cada estudante.

Domingos Fernandes comenta que,

[...] As aprendizagens significativas, as chamadas aprendizagens com compreensão ou aprendizagens profundas, são reflexivas, construídas ativamente pelos alunos e autorreguladas (FERNANDES, 2009, p.33)

Nesse sentido entendemos que devemos sempre estudar e analisar o desempenho do aluno com cuidado e atenção, analisando sempre que avaliar não é punir mas sim verificar as falhas para saná-las de forma pedagógica e responsável. 

Como contribuição da grande maioria dos docentes lotados na E. E. Marechal Castelo Branco apresentamos as reflexões dos docentes e suas citações após estudo e debates entre os participantes.


11 - Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem

O acompanhamento do processo ensino e aprendizagem dão-se mediante a análise e aprovação dos planos de aula pelos coordenadores pedagógicos através do ambiente do planejamento online, o seu desenvolvimento em sala de aula através de visitas, observação de cadernos dos estudantes, análise de avaliações a serem aplicados, registros nos diários de classe a partir de agora também de forma online, contatos com os professores e os estudantes em diferentes momentos/situações, tabulação de testes aplicados, resultados bimestrais do rendimento contidos em relatório e boletim escolar.
A metodologia de ensino baseia-se em aulas de forma diferenciadas com o uso de tecnologias e recursos midiáticos, além de aulas motivadoras e atraentes conforme a criatividade de cada docente.
Os docentes são orientados pedagogicamente pela coordenação pedagógica através de trocas de experiências e pesquisas que possam ser trabalhadas com os alunos oferecendo-lhes prazer em estudar.

Para todas as atividades diferenciadas que os docentes queiram executar a unidade escolar oferece o material necessário para que os objetivos  dos projetos e programas ofertados aos alunos sejam alcançados em sua plenitude.

A maioria dos projetos desenvolvidos na unidade escolar é trabalhada de forma interdisciplinar, principalmente na etapa do ensino médio e na educação de jovens e adultos tendo em vista o referencial curricular trazer temas já elencados durante os bimestres, e o trabalho em equipe tanto por parte dos alunos quanto por parte dos professores ser prazeroso e menos maçante e cansativo quando realizado em equipes.

Todo o trabalho pedagógico está voltado a garantir aos alunos um bem-estar em permanecer na unidade escolar, oferecendo ao aluno trabalhador, principalmente no turno noturno condições favoráveis para sua permanência e conclusão dos estudos na educação básica, atendendo inclusive os estudantes com deficiências, com o mínimo de acessibilidade necessária garantida pelas legislações vigentes.

Seguindo a política de Formações Continuadas realizadas na própria escola sob a supervisão e direcionamentos da equipe gestora e coordenação pedagógica foram inseridos no sistema da Coordenação Pedagógica para serem desenvolvidos nos próximos anos letivos a partir de 2013, Projetos Educacionais, objetos de produção final de cada etapa das Formações Continuadas.

Os Projetos resultantes da Formação Continuada sobre a Utilização de Recursos Midiáticos e Tecnológicos na Educação, aprimorando o acompanhamento do processo ensino e aprendizagem na unidade escolar deve ser trabalhada por todos os docentes, tendo em vista nos anos anteriores o saldo apresentado na utilização da STE ter sido positivo, tratando-se de aprendizagem significativa e promissora para alunos e também para os docentes que muitas vezes apresentam dificuldades em trabalhar ativamente com recursos tecnológicos e midiáticos. No ano em curso mais e mais está sendo utilizada a STE com melhores e relevantes resultados. Também como incentivo e apoio a desenvolver os temas transversais e atuais que ocorrem diariamente nas redes.

O trabalho apresentado pelos PROGETECS também é de grande valia para que os recursos midiáticos e tecnológicos cooperem para o processo satisfatório do processo ensino-aprendizagem.

Desde o ano de 2013 foi idealizado o Projeto Inclusivo em atendimento a produção da formação continuada referente ao tema que se encontra em andamento quando há alunos que necessitem de atendimento especializado. 

No ambiente do sistema da Coordenação Pedagógica, em continuidade a produção final das formações continuadas foram inseridos Projetos Educacionais com o tema "Avaliação e os Indicadores da Escola " baseados nos resultados obtidos pela E. E. Marechal Castelo Branco nas avaliações do SAEMS/2012.Para a elaboração desses projetos também foram considerados resultados obtidos pela escola em outras avaliações de larga escala e ainda o que realmente se deseja fazer para que a cada ano a escola consiga se aperfeiçoar e aprimorar os conhecimentos passados aos alunos.

Nesse ano de 2014, continuando com os projetos educacionais de forma interdisciplinar estão sendo trabalhados os projetos aqui constantes e também os projetos citados no PDE (Plano de Desenvolvimento Escolar) para 2015 e 2016 .

Entre eles citamos os seguintes projetos: Projeto de Inglês; Conhecendo o Ensino Superior; Projetos de Química; Projetos de reforço escolar; projeto Feiras de conhecimento por áreas: exata, humanas e linguagens;. Projeto Atleta na escola; Projetos de Língua Espanhola, entre outros que estarão disponibilizados no ambiente dos projetos escolares on line e em portfólios dos professores na STE.



11 - Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem

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11.a - Conselho de Classe

O Conselho de Classe insere-se no processo de gestão da Unidade Escolar e possui regimento próprio com as finalidades, objetivos, estrutura e resultados a ser alcançados.

Nos momentos das reuniões ordinárias do Conselho de Classe são discutidas por todos os presentes as dificuldades e as providências a serem tomadas para que se atinjam resultados tanto qualitativos quanto quantitativos positivos de aprendizagem.

Atendendo solicitação da Secretaria Estadual de Educação para participação da I Formação Continuada Presencial 2015 SED VAI A ESCOLA, fomos convocados a reorganizar o processo de Conselho de Classe para ser implantado a partir de 2016.

Para cumprimento do que foi proposto para a Coordenação Pedagógica foram realizadas sessões de estudos e formação continuada para que todos os segmentos da comunidade escolar participassem do processo de reorganização do Projeto Conselho de Classe.

Com a participação de grande parcela da comunidade escolar realizou-se estudo do documento denominado Projeto Conselho de Classe disponibilizado pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul para adequação à nossa clientela.

Após estudos realizados embasados no texto CONSELHO DE CLASSE NO AMBITO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO TRABALHO PEDAGÓGICO. (BEATRIZ GOMES NADAL, 2012) foram dissertados os seguintes trechos pelos grupos de trabalho presentes na adequação do documento referenciado acima.

Abaixo trechos das ideias dos envolvidos na capacitação após estudo do documento norteador.

 

O Conselho de Classe tem deixado sua função principal de lado, que é a de propor soluções, considera-se que a necessidade de uma avaliação diária, relatos de observação, que avaliem o crescimento diário, principalmente devem-se abrir espaço em sala para maior diálogo com os alunos, respeitando sua origem social, e não a vendo como mais um fator reprovador, colocando-o como único responsável pelo resultado (Douglas Dias Duarte, Josiane da Maia, Loana Cristina Martins, Odair Parra, Regis Borba da Silva., novembro, 2015).

 

Continuando com as opiniões de outros componentes presentes:

 Sabe-se que os regimentos determinam que o conselho  de  classe  se  desenvolva  em  dois momentos:  um  pré-conselho  realizado  com  a  participação  de  toda a classe  e  sob  a coordenação do pedagogo ou professor representante de turma e o conselho de classe integrado, com a participação de diretores, pedagogos, professores e, facultativamente, alunos e pais por turma e/ou série. Acreditamos que também deve fazer parte destes conselhos a equipe (ou um representante) dos administrativos, que geralmente tem informações que podem contribuir para este processo.( Kelly Bonacina, Luzia Corim, Raquel Guedes, Rosimani Pereira, Simone Santos e Vanderley Gonçalves, novembro, 2015).

Por ser um trabalho de gestão participativo e democrático o trabalho em equipe deve ser valorizado e respeitado em todo o processo educacional.

 

Sabemos que o conselho de classe é uma instância avaliativa de natureza colegiada, instituída para que gestores, docentes, alunos e/ou famílias trabalhem coletivamente em torno dos resultados do processo ensino-aprendizagem. Sendo assim, o mesmo contribui para a democratização das práticas educativas na medida em que permite aproximar concepções, percepções e posicionamentos dos diferentes sujeitos. Apesar dessas concepções, há pesquisas que relatam que o conselho de classe não atinge seu objetivo real, atuando de modo burocrático e sem critérios pedagógicos claros. Sendo o conselho de classe a instância do trabalho pedagógico a qual cabe analisar as ações educacionais a fim de deliberar indicando alternativas e intervenções voltadas à garantia da aprendizagem cabem ao corpo docente optar pela melhor maneira de conduzi-lo e de adotar estratégias para que o mesmo funcione sem burocracia. (Eliane Moreira, Isabella Ribeiro, Rildo Lima, Rosimeire Leite, novembro, 2015).

E considerando as finalizações dos grupos de estudo temos:

 

Torna-se necessário fazer uma redemocratização e atentarmos sobre os métodos que estamos utilizando com relação ao conselho de classe. Para que haja uma evolução no processo de ensino-aprendizagem é de suma importância que os profissionais da educação realizem enfrentamentos no sentido de superar a estrutura de conselho de classe autoritária, burocrática e excludente, que serve mais para legitimar o fracasso escolar do que para reorganizar o trabalho pedagógico e, mais especificamente, o trabalho educativo didático que se concretiza na relação aluno-professor. ( Claudemar Frederice, Dyemison P.C. d Pintor, Hernando Amorim de Brito, José Maria t.C.Junior, Leivinha F. de Brito, Paulo F. Gonçalves, novembro, 2015).

Bem como também se avalia que:

 

Os docentes por meio das discussões e decisões coletivas, deverão buscar um ensino qualitativo, na qual o conselho de classe se converteria em um instrumento avaliativo a ser realizado em duas etapas: no meio e ao final do bimestre. No primeiro momento, oportunizará a reflexão e a busca de estratégias para sanar as dificuldades detectadas. Ao final para constatar se as decisões tomadas surtiram os resultados esperados.( Anny Stella Andrade, Daci Ferreira, Gleison Néris Santana, Márcia Gomes, Patrícia Bueno, Renata Buzzo Dias, Débora Angelotti, Sônia Mara Nogueira, Luciane F.P.Pereira, novembro, 2015).

E finalizando nossa introdução:

A realização de reuniões diagnósticas periódicas com os estudantes em sala (professor-aluno), sempre após avaliações e trabalhos em grupo auxilia no desenvolvimento do Conselho de Classe e no alcance dos seus objetivos. Nestas reuniões, o diálogo sobre o ponto de vista dos estudantes em relação à aprendizagem, participação, respeito mútuo, trabalho em equipe, entre outros itens é ponto fundamental, levantamento acerca do trabalho do professor, as práticas e metodologias utilizadas, a organização do tempo em sala, discutir metas a serem cumpridas, tanto pelo professor como pelos estudantes, até a reunião seguinte são pontos fundamentais para o real aproveitamento do trabalho a ser realizado.( Letícia Tavares, novembro, 2015).

E prosseguindo com a reorganização do Projeto Conselho de Classe da E.E.Marechal Castelo Branco apresentamos o documento norteador de nossas ações a partir do ano de 2016, como anexo ao Projeto Político Pedagógico.

 

PROJETO CONSELHO DE CLASSE

   

                                             I - INTRODUÇÃO

A Escola Estadual Marechal Castelo Branco com o objetivo de refletir junto ao corpo docente e demais segmentos presentes no universo escolar sobre o papel do Conselho de Classe presente na estrutura organizacional da escola, enquanto instância colegiada, caracterizando-o como espaço de avaliação coletiva do trabalho escolar e como instrumento de democratização das relações escolares elabora o presente documento.

Consiste em discutir alguns aspectos presentes no Conselho de Classe até o presente momento e suas contribuições para a democratização das relações no espaço escolar. Para tanto, este trabalho está sendo organizado a partir de discussões acerca da gestão democrática, da avaliação escolar e dos elementos que organizam o Conselho de Classe com pesquisa bibliográfica e análise da legislação vigente sobre o Conselho de Classe e sua finalidade, objetivos e atribuições.

Com vistas a conhecer como é entendido o Conselho de Classe pelos professores foi realizada pesquisa de campo por meio de um questionário cujas respostas foram analisadas com o objetivo de se reavaliar a atuação do Conselho de Classe e a partir das inquietações e sugestões dos mesmos possibilitarem uma mudança na atuação do Conselho de Classe na escola.

O Conselho de Classe é o órgão colegiado responsável em conduzir os processos avaliativos capazes de restabelecer os objetivos em busca do conhecimento, de rever as ações pedagógicas alternativas e contribuir para alterar a organização do trabalho pedagógico presente no Projeto Político-Pedagógico da escola para alcançar a meta principal de avaliar o processo de ensino – aprendizagem e traçar estratégias para solucionar os problemas pedagógicos detectados em busca de uma educação de qualidade.

II – JUSTIFICATIVA

A Escola Estadual Marechal Castelo Branco com um maior envolvimento de todos os segmentos que pertencem a seu contexto insere-se num processo de discussão da ação pedagógica, visando a melhoria da qualidade do ensino, buscando realizar a avaliação processual e comparativa, por meio do Conselho de Classe democrático e representativo onde a escola contemple o fortalecimento de processo ensino – aprendizagem .

O Conselho de Classe é um momento de avaliação das turmas e dos alunos em um momento de reflexão dos professores que, como agentes do processo educativo , analisam a sua prática, seu desempenho e os resultados obtidos, objetivando, assim, a avaliação global do processo de ensino-aprendizagem.

O Conselho de Classe é o momento em que se reúnem docentes, coordenadores, diretor, aluno, pai, e demais segmentos da unidade escolar analisando as dificuldades encontradas e propondo alternativas e/ou procedimentos adequados com vistas a minimizar as disparidades entre os resultados de rendimentos.

Todos foram chamados pela Entidade Mantenedora, a Secretaria de Estado de Educação de MS, a traçar metas diante dos dados apresentados em sistemas avaliativos de ordem estrutural e pedagógico a aprimorar reflexões e práticas acerca do sistema avaliativo para que possamos sair da zona de desconforto de resultados insatisfatórios nas avaliações de aprendizagem.

Desta forma a Escola Estadual Marechal Castelo Branco se propõe a soma de esforços na dinamização das ações educativas, levando a todos as contribuições de uma participação mais comprometida, consciente e ética no sentido de romper com velhas práticas de avaliação e construir um novo olhar para a Escola.

 III – OBJETIVOS GERAL:

• Estabelecer um espaço permanente de discussão e reflexão das dificuldades inerentes ao processo ensino - aprendizagem, buscando alternativas concretas de soluções.

ESPECÍFICOS:

 • Debater sobre o aproveitamento de cada aluno, considerando o processo ensino – aprendizagem, através de reuniões periódicas e sistemáticas;

• Informar a família com maior clareza, sobre o desempenho educando;

 • Orientar o professor na avaliação permanente de cada aluno, através de observações concretas, eliminando padrões preestabelecidos onde se rotulam alunos de modo superficial e ineficaz.

 • Aperfeiçoar o desempenho do professor regente de classe através da conjunção das diferentes instâncias do ambiente escolar do pedagogo , quando este se utiliza de metodologias que possibilitem um trabalho voltado para adição diária docente e do diretor, como o articulador administrativo e pedagógico do ambiente escolar.

 • Conscientizar o professor de que uma auto – avaliação contínua de seu próprio trabalho, com vistas ao replanejamento, não só promove uma aprendizagem mais eficaz e eficiente, por parte do aluno, como também constrói uma escola mais dinâmica e participativa.

• Debater o aproveitamento de cada aluno e da classe como um todo, analisando as causas dos baixos ou dos altos rendimentos da turma;

• Estabelecer estratégias de atendimento específicas para o aluno que não apresentar rendimento favorável, com vistas a uma posterior superação das dificuldades de aprendizagem apresentadas;

• Fazer observações concretas e analisar o desempenho do professor, rendimento da capacidade dos alunos, validade dos conteúdos trabalhados, dos instrumentos de avaliação e dos recursos materiais utilizados, grau em que estão sendo concretizados os objetivos (aspectos positivos e negativos);

• Permitir, através de parecer descritivo, à família do aluno uma visão clara de seu desempenho;

 • Orientar o aluno acerca de ‘’como ‘’ e ‘’para que ‘’ estudar;

 • Orientar o aluno quanto a importância da auto – avaliação;

• Acompanhar e avaliar a atividade do conselho de classe, redirecionando as ações.

 IV – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Embasados nos textos “O Conselho de Classe e a Construção do Fracasso Escolar” de Carmen Lúcia Guimarães de Mattos e “O Conselho de Classe no Âmbito da Gestão Democrática do Trabalho Pedagógico” de Beatriz Gomes Nadal, sugeridos na I Formação Continuada Presencial – 2015, ministrada pela Secretaria de Estado de Educação de MS, além de embasamentos legais e outras bibliografias pesquisadas, entendemos que a escola é uma instituição complexa, constituída de vários aspectos que em consonância, refletem no processo ensino-aprendizagem no interior da sala de aula.

O trabalho pedagógico democrático pode ser entendido como uma organização composta por toda a comunidade escolar de forma coerente e coparticipativa.

Conforme consta no Regimento Escolar da Escola Estadual Marechal Castelo Branco, o Conselho de Classe é um órgão colegiado de natureza consultiva, deliberativa, avaliativa e fiscalizadora sobre a organização e a realização do trabalho pedagógico e administrativo da instituição escolar em conformidade com as políticas e as diretrizes educacionais da Secretaria de Estado de Educação, a Constituição Federal, a Constituição Estadual, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Escolar.

O Conselho de Classe deve propiciar a discussão coletiva sobre o processo de ensino e de aprendizagem e favorecer a integração e sequencia dos conteúdos curriculares de cada ano, constituindo-se assim num importante momento de reflexão-ação da escola.

Para Sant’Ana (1995) o Conselho de Classe é a atividade que reúne um grupo de professores da mesma série, visando em conjunto chegar a um conhecimento mais sistemático da turma, bem como acompanhar e avaliar o aluno individualmente, através de reuniões periódicas.

O Conselho de Classe operacionalizado atualmente, na prática, não atende de forma integral as especificidades da escola, pois em nossa instituição escolar, o Conselho se restringe à discussão de notas e comportamento dos alunos, sem levar em conta a prática pedagógica e as estratégias necessárias para atingir de fato a aprendizagem.

O Conselho de Classe é um órgão colegiado, presente na organização escolar, em que vários professores das diversas disciplinas, juntamente com os coordenadores pedagógicos, ou mesmo os supervisores e orientadores educacionais, reúnem-se para refletir e avaliar o desempenho pedagógico dos alunos das diversas turmas, séries ou ciclos. (DALBEN, 2004, p. 31)

Com essa percepção, constatamos que o Conselho de Classe deve ser o norteador do trabalho pedagógico em analisar as ações educacionais e deliberar sobre alternativas e intervenções que garantam a aprendizagem dos discentes.

O conselho de classe é um órgão colegiado composto pelos professores da classe, por representantes dos alunos e em alguns casos, dos pais. É a instância que permite acompanhamento dos alunos, visando a um conhecimento mais minucioso da turma e de cada um e análise do desempenho do professor com base nos resultados alcançados. Tem a responsabilidade de formular propostas referentes à ação educativa, facilitar e ampliar as relações mútuas entre os professores, pais e alunos, e incentivar projetos de investigação. (LIBÂNEO, 2004, p.303.)

 

Indica também que para se alcançar resultados satisfatórios todos devem se auto avaliar para que se consiga a melhoria da qualidade da aprendizagem dos estudantes.

A ideia do Conselho Participativo não tem aceitação pacífica por parte dos professores, porque de fato vai possibilitar aos alunos maior participação no processo pedagógico. O que, em outras palavras, partilha o poder de decisão que durante toda a história da educação tem sido fonte de poder dos professores. A polarização e criatividade entre dois sujeitos que promovem e se confrontam se constroem e se destroem, se atraem e se repele, este é o espaço educativo, político no âmago. Por isso, educação autêntica só pode ser educação política. (DEMO, 1988).

Não podemos também nos esquecer de que temos um Projeto Político Pedagógico /proposta pedagógica elaborada com a participação de todos os segmentos escolares que define a identidade da escola e indica caminhos para um ensino de qualidade.

O Conselho verifica se os objetivos, processos, conteúdos e relações estão coerentes com o referencial de trabalho pedagógico da escola. Sob esse ponto de vista, ele é uma forma de avaliação, de controle da realização da proposta pedagógica. (PERRENOUD, 1999).

Continuando com nossa revisão bibliográfica sobre o Conselho de Classe entendemos que deve ser realizado diagnóstico para alunos e/ou turmas por meio dos pré-conselhos. (NADAL, 2012, p. 03)

No pré-conselho, professores regentes/pedagogos e alunos das diferentes classes devem realizar uma prévia das questões emergentes em relação ao ensino aprendizagem, levantando elementos voltados a subsidiar a reflexão posterior, do conjunto de professores e gestores. (NADAL, 2012, p. 03).

 

Baseado nas bibliografias consultadas também será contemplado em nossa unidade escolar o Conselho de Classe Integrado com a participação de diretores, pedagogos, professores e, facultativamente, alunos e pais por turma e/ou série.

As reuniões do Conselho de Classe são previstas em Calendário Escolar, documento norteador das atividades escolares a ser desenvolvidas durante o ano escolar, podendo ser realizadas ordinária ou extraordinariamente, quando se fizer necessário.

A importância do conselho de classe é justificada por seu caráter fundamental enquanto momento de desencadeamento da reflexão sobre a aprendizagem discente, considerando que é durante sua realização que a comunidade escolar deve verificar a relação entre a prática pedagógica da escola e seu PPP, visando estabelecer propostas para correção de rumos e desvios. Outra atribuição do conselho de classe é a decisão responsável sobre a aprovação ou retenção dos alunos (CEE/SED/MS).

E quando falamos em aprovação ou reprovação estamos nos dirigindo ao processo avaliativo.

Avaliação realizada de forma participativa, como construção conjunta, cumpre a função de ajudar na formação da subjetividade e criticidade do professor e do aluno. (Cruz (2005, p.15) 

 

E se tratando de avaliação podemos entender que a avaliação é a essência e foco central dos Conselhos de Classe e, portanto, deve ser apresentado ao coletivo da escola, através de espaços e momentos de reflexões, estudos em busca de soluções e alternativas, onde se permita que os sujeitos envolvidos no processo educativo apresentem suas ideias e sugestões, sempre articulados por uma gestão democrática e participativa.

À medida que se concebe a avaliação como um compromisso de futuro, o olhar para trás deixa de ser explicativo ou comprobatório e transforma-se em ponto de partida para a ação pedagógica. (HOFFMANN, 2002).

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/conselho-de-classe-reflexao-da-pratica-pedagogica/62997/#ixzz3lvqIgdRm Quando se apresenta a comunidade em geral os resultados obtidos nas avaliações de aprendizagem realizadas no interior da unidade escolar bem como nos índices e nas avaliações de larga escala (IDEB, Prova Brasil, ANA, etc...) que serão o termômetro e o caminho a ser traçado para sanar as dificuldades apresentadas. Destaca-se “a avaliação é um processo contínuo que visa um diagnóstico para superar as dificuldades...” (VASCONCELLOS, 2005 p.123).

V - PLANO DE AÇÃO

O Plano de Ação com as atividades propostas pela equipe escolar tem o objetivo de alcançar as melhorias da aprendizagem dos estudantes a curto, médio e longo prazo e estão contidos no Plano de Desenvolvimento da Escoa (PDE Escola).

A cada ano a unidade escolar replaneja suas atividades a curto, médio e longo prazo revendo o que for necessário.

VI - CRONOGRAMA DE AÇÃO

O Conselho de Classe será organizado por etapas, onde cada membro do conselho será responsável pela mesma, conforme formulários em anexos ao final do presente projeto.

As etapas são: planejamento, execução, acompanhamento, controle e avaliação,

1- PLANEJAMENTO: Fase do Conselho de Classe em que é estabelecido o propósito da realização, a dinâmica do funcionamento, atribuição de cada participante, a seleção dos instrumentos de registro e a elaboração da agenda das reuniões.

2- EXECUÇÃO: Essa fase de ser realizada através de reuniões bimestrais, com propósitos definidos. É o momento para análise das dificuldades da turma, dos alunos, individualmente, e de toda a prática educativa para deliberações de propostas, alternativas de soluções, tendo em vista, o conhecimento da realidade, utilização de mecanismo que viabilizam a redução do fracasso escolar.

3- ACOMPANHAMENTO CONTROLE E AVALIAÇÃO: Tomar por base as deliberações, sugestões apresentadas por ocasião da reunião do Conselho de Classe e garantir, nessa fase, viabilização das propostas, em tempo hábil. Fazendo a análise, as correções dos desvios, avaliação e o funcionamento da dinâmica desta atividade.

As datas de finalização do Conselho de Classe Integrado serão definidas a cada ano, no Calendário Escolar.

Em anexo, encontram-se os questionários que serão utilizados em cada etapa de funcionamento do Conselho de Classe.

 VII - AVALIAÇÃO

A equipe escolar, por meio dos Professores Conselheiros e Líderes de Classe, juntamente com a Direção E Coordenação Pedagógica promoverão momentos de avaliação do processo de elaboração, implementação e execução das ações a que a unidade escolar se propôs a cumprir e possíveis ajustes necessários para que o processo se desenvolva se maneira satisfatória.

Também no acesso ao PDE Interativo (PDE ESCOLA) consta o monitoramento realizado em cada ação e seus respectivos resultados, sendo mais um instrumento de verificação da qualidade do processo ensino-aprendizagem desenvolvido pela unidade escolar.

VIII- RESULTADO

Ao final de cada Conselho de Classe a equipe pedagógica preencherá o formulário, que consta em anexo, com o relato dos resultados efetivos de cada ação realizada durante o bimestre com seus sucessos e insucessos.

Também constarão dos documentos oficiais da Unidade Escolar, livro ata com registros pertinentes desenvolvidos a cada reunião do Conselho de Classe, quer seja, ordinária ou extraordinária.

IX- REFERÊNCIAS

PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens- entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

VASCONCELLOS, C. dos S. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar. São Paulo: Libertad, 2005.

BRASIL. Lei nº9. 394/96, de 20/12/1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

DALBEN, Â. I. L. de F. Conselhos de classe e avaliação: Perspectivas na gestão pedagógica da escola. Campinas: Papirus, 2004.

NADAL, B. G. O conselho de classe no âmbito da gestão democrática do

Trabalho pedagógico

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas – 2012

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. José Carlos Libâneo. 5.ed. Revista ampliada. Goiânia: Alternativa, 2004.

______. Conselho de Classe: Espaço de diagnóstico da prática educativa escolar. São Paulo, S.P.: Edições Loyola, 2005.

DEMO, Pedro. Avaliação Qualitativa. São Paulo: Cortez, 1988.

HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: As setas do caminho. 4.ed. Porto Alegre: Mediação, 2002.

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. José Carlos Libâneo. 5.ed. Revista ampliada. Goiânia: Alternativa, 2004.

SANTANNA, Iiza Martins. Por que avaliar? : Como avaliar? : Critérios e instrumentos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.

 ANEXOS

 https://goo.gl/photos/wTxgK6sYFAVAY4f56

 



12 - Indicadores de qualidade

Neste ano estamos com uma clientela docente de profissionais que em sua grande maioria já conhecem o funcionamento da unidade escolar, portanto, esperamos que cada um seja realmente responsável pelo seu trabalho em sala de aula, remodelando, aumentando o interesse pela aprendizagem dos alunos, com vistas ao melhor desempenho dos mesmos no corrente ano letivo.

Todos os coordenadores pedagógicos estarão dedicados a troca de informações objetivando a implementação de ações necessárias a melhoria do trabalho em sala de aula, propondo-se, se for o caso, alterações metodológicas quando necessário.

Uma inovação da coordenação pedagógica é a distribuição dos cadernos para cada professor agendar os fatos negativos que porventura venham a ocorrer durante suas aulas que poderão atrapalhar o bom rendimento e aprendizagem dos alunos.

Não nos esquecermos que a auto avaliação é necessária para que façamos um trabalho com bons resultados, pois, muitas vezes, a falta não é somente do aluno, mas também nossa, como profissional capacitado e habilitado para a função docente.

Vamos juntos planejar, replanejar, discutir as falhas dos alunos e também as nossas próprias falhas para levar adiante a melhoria dos nossos trabalhos.

Lembramos que na prática, as avaliações não devem e não podem ser um mero amontoado de questões nas quais os objetivos não se expressam claramente, nas quais os conceitos básicos e habilidades a serem avaliadas não ganham relevância, perdendo a real razão de se trabalhar os conteúdos contidos no referencial curricular. Devemos introduzir os variados instrumentos de avaliação contidos no PPP, dessa forma constituindo a melhoria do desempenho tanto do nosso próprio trabalho quando dos resultados alcançados pelos alunos.

Não devemos também nos esquecer das recuperações, compreendendo que a recuperação não é uma mera repetição dos conteúdos não apreendidos, mas um novo momento no qual se aplicarão métodos diferenciados para atingir os objetivos propostos pelo professor, entrando nessa situação as aulas diferenciadas contidas no PDE ESCOLA, que está a disposição de todos na STE com a PROGETEC.


IDEB - Anos iniciais do Ensino Fundamental

 

 

Esfera

IDEB Observado

 

METAProjetada

2005

2007

2009

2011

2013

2015

2021

IDEB Brasil

3.8

4.2

4.6

5

4.7

5,2

-

IDEB Estado

3.2

4.0

4.4

5.1

4.3

5,3

-

IDEB Município

3.3

3.8

4.5

5.3

4.4

4,8

-

IDEB (EE.MARECHAL CASTELO BRANCO)

3.1

3.3

3.8

4.4

4.5

5,6

 

5,4

           

 

 
 

 

 

O IDEB dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental da escola vem melhorando nas duas últimas medições o que foi relatado pela maioria dos docentes presentes na Formação Continuada devido às aulas diferenciadas, inovadoras, dinâmicas e de encontro com as aspirações dos alunos e também o número de alunos menor, situação em que o professor pode disponibilizar maior tempo para cada alunos, intervindo positivamente nas dificuldades de aprendizagem encontradas durante os conteúdos trabalhados em sala de aula.

 

IDEB - Anos finais do Ensino Fundamental

Esfera

IDEB Observado

 

2005

2007

2009

2011

2013

2015

IDEB Brasil

3.5

3.8

4.0

4.1

4.1

4.5

IDEB Estado

2.9

3.5

3.6

4

3.8

4.2

IDEB Município

3.5

3.8

4.1

3.8

4.4

4.8

IDEB (EE MARECHAL CASTELO BRANCO)

2.5

3.4

3.4

-

3.8

4.3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

             
 

Nos anos finais, a E.E.Marechal Castelo Branco não houve evolução nas duas últimas medições devido os alunos do período noturno terem se evadido e não participarem do processo avaliativo.

Dos indicadores da qualidade na educação, após questionamentos e reflexão acerca dos mesmos, os docentes participantes da formação continuada, as ações para solucionarmos os problemas detectados foram:


Ambiente Educativo:
Convidar, persuadir para que pais de alunos do 1º ao 9º ano E. Fundamental e do Ensino Médio e a EJA tenham uma participação efetiva na escola, conseqüentemente, na vida escolar do filho.
Trabalhar a exclusão e qualquer tipo de preconceito (BULLING). 
As regras das disciplinas são claras. Elas deverão ser aplicadas a todos e com igualdade e justiça.
Debater com maior frequencia, e em sala de aula o Regimento Interno Escolar e o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Resgatar o Projeto “5 S” para que os alunos possam interagir com o ambiente escolar, interferindo e acompanhando todo o processo de preservação, com isso, proporcionar no ambiente escolar, à conservação, o respeito à natureza e um local aconchegante para estudar.

Prática Pedagógica:
Conscientizar os pais e alunos, sobre a importância de conhecer a proposta pedagógica da escola, incluindo-se também os novos professores, a cada ano letivo.
Dar o direito aos alunos, sempre que necessário, a Revisão de Conteúdos para que o mesmo se integre ao processo contínuo de aprendizagem.

Avaliação de Aprendizagem:
Que todos  professores façam o monitoramento do processo aprendizagem dos alunos.
Fazer com que os pais participem sobre as formas de avaliação da unidade escolar.
Que todo professor mantenha contato com os pais ou responsáveis de alunos, informando-os e os orientado sobre o processo educativo, principalmente daqueles que estão com baixo rendimento escolar.
Utilizar-se de recursos e metodologias apropriadas para diminuir a evasão e repetência escolar, conforme os anos anteriores.
Que todos os professores, discutam com os alunos sobre as notas das avaliações, intervindo nas dificuldades apresentadas.


Gestão Escolar Democrática:
Incentivo à participação dos pais através de certificados para aqueles que mais se fizer presentes durante o ano letivo e os filhos corresponderem aos objetivos traçados.

Formação Continuada :
O que os docentes solicitam da entidade mantenedora são cursos e as ações de formação na área de atuação dos participantes, agendadas e cumpridas fielmente no calendário escolar, o que nesse ano de 2016 está sendo efetivado.
Sempre que necessário, os profissionais deverão organizar os cursos de capacitação de acordo com suas necessidades, e se possível, dentro do próprio município.
Nos cursos de capacitação a participação de professores, coordenadores e funcionários para que possam ajudar no trabalho com alunos com deficiências, de acordo com o paradigma inclusivo, deve ser oferecidos pela Entidade mantenedora.
Fazer com que todos os professores e funcionários cumpram a sua jornada de trabalho, inclusive as horas atividades, conforme o regimento interno escolar.
Levar ao conhecimento dos pais, a troca ou substituição de professores, pois nem sempre esse problema é ocasionado pela escola.


Ambiente Físico Escolar:
Muitos problemas detectados no ambiente físico escolar são atribuídos à responsabilidade da unidade mantenedora, que durante este ano o prédio foi contemplado com reforma, construção envolvendo a área escolar e também nesse mês o Projeto Feira Verde e Paisagismo melhoraram a qualidade de vida do ambiente, ficando mais alegre e moderno, com cores vivas naturais.


Acesso, Permanência e Sucesso na Escola:
Para evitar o abandono e a evasão escolar, devemos continuar com os trabalhos já iniciados, como: telefonemas e notificações aos pais ou responsáveis de alunos sobre o não comparecimento dos alunos regularmente as aulas.



13 - Formação continuada

A Entidade Mantenedora oferece desde 2013 Formação Continuada na própria escola, onde oferecem o suporte para que a coordenação pedagógica juntamente com a direção e PROGETECS ofertem cursos de aperfeiçoamento como forma de aperfeiçoamento para aumentar os índices de aproveitamento relacionados a parte pedagógica da unidade escolar e também para conhecimento de todo o sistema educacional dentro da unidade escolar e no sistema na qual a mesma se insere.
As formações continuadas além das citadas acima que constam no calendário escolar também são oferecidas sob a forma de web conferências por profissionais lotados na Secretaria de Estado de Educação.
A unidade escolar também oferece momentos de discussão e relatos de experiências com os professores para que haja o verdadeiro envolvimento de todas as áreas de conhecimento em prol de um ensino de qualidade.
Também são oferecidas formações continuadas que envolvem toda a comunidade escolar.
Nos momentos de horas atividades/ planejamentos obrigatórios na unidade escolar há troca de experiências e apresentação de resultados alcançados com os alunos pelos professores, sendo que quando necessário há a intervenção da coordenação pedagógica na resolução de conflitos, sugestões de atividades, oferecimento de material didático para que surtam efeitos positivos no desenvolvimento dos alunos e que o trabalho do professor seja valorizado e alcance resultados positivos.

 

Teia da Educação - Fortalecendo a Aprendizagem em Mato Grosso do Sul, polo Paranaiba/MS, com a participação das escolas estaduais...

http://www.sed.ms.gov.br/?p=7374

 

Formação: Relação Família & Escola

O fortalecimento da aliança entre família e escola é tema de formação com coordenadores pedagógicos A Secretaria de Estado de Educação (SED) aposta no tripé família, escola e estudante como uma importante ferramenta na efetivação da aprendizagem. Para isso, implantou nas escolas o Programa “Família e Escola”, um suporte ao trabalho educacional, que informa e fazer refletir sobre a importância da participação da família no processo educacional e prevê reuniões periódicas dos pais na comunidade escolar. Esta semana, os coordenadores pedagógicos que acompanham as ações do Programa estão participando de formação continuada para receberem orientações para as reuniões de acompanhamento e encontros da família na escola. Em Campo Grande, a formação, realizada pela SED, em parceria com o Sistema Educacional Família e Escola (Sefe), acontece no auditório da Unigran, nesta segunda e terça-feira (12 e 13). “Já estamos realizando a segunda formação deste projeto, que é uma nova proposta de reunião de pais, para que a família realmente se sinta parte da escola”, destacou a coordenadora pedagógica do Sefe, Tereza Cristina. “Estamos buscando essa parceria, queremos tornar cultural a participação da família na escola”, explicou a assessora pedagógica do ensino fundamental do Sefe, Rubia Cristina dos Santos. http://www.sed.ms.gov.br/?p=11557 Palestrante: Marcos Meier... Psicólogo, professor de matemática, escritor e mestre em educação. Palestrante nacional e internacional a respeito de relacionamento interpessoal nas empresas, educação de filhos e formação de professores. http\://www.sefesistema.com.br/conheca.php http\://www.sefeeducacao.com.br/escolas/materias.cfm?id=257&sNivelEduca=sefe

 

2ª FORMAÇÃO CONTINUADA 25/05/2016 - A Secretaria de Estado de Educação, por meio da política de formação continuada em serviço nas escolas estaduais, tem como objetivo construir um espaço dialógico, por reconhecer o contexto heterogêneo, a pluralidade metodológica, a complexidade da avaliação (interna e externa), os programas e projetos, em um desafio interdisciplinar na aprendizagem e na formação cidadã do estudante.

 

 

Formação Continuada – EJA IV
Tema: Planejamento em Questão
Data: 08.07.2016

 

 

Formação Continuada 2016 - AVALIAR PARA CUIDAR

Assunto: Material para formação
Anexos:
1._orientação_3º_formação.doc
2._leitura_deleite_-_oposicao_-_cortella.ppt
3._avaliar_para_cuidar.doc
4._avaliação_formativa_ou_avaliação_mediadora.doc
5._verificação_ou_avaliação_luckesi.doc
6._conceituação_e_critérios_dos_instrumentos_avaliativos.doc
7._folha_frequencia_-_imprimir_frente_e_verso_eja_iv.doc
8._instrumento_avaliação_formação_04.06.2016.pdf
9._portfólio.doc

 

Livro Didático - Preservando, Conservando e a Devolução do Livro Didático - 17/05/16

“Sou eu que vou seguir você do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Só peço, à você um favor, se puder não me esqueça num canto qualquer”.
Toquinho

 

 

Formação Continuada do Projeto Pedagógico do Curso de Educação de Jovens e Adultos - PROBLEMATIZAÇÃO. 23/09/16 Vídeo “Forma e Ação: leitura e problematização”, https://www.youtube.com/watch?v=SH5EKoheFHY. Os textos: “A metodologia da problematização com o Arco de Maguerez e sua relação com saberes de professores” de Andréa Aparecida Colombo e Neusi aparecida Navas Berbel; e texto adaptado “Metodologias Ativas”. Período de estudo que tratou sobre a pesquisa...

 

 

Última formação - FEEDBACK DOS RESULTADOS E PLANEJAMENTO PARA 22/10/2017 lV Formação Continuada dia 22/10/16 Cronograma: Todos segmentos da Instituição... Dividir os participantes em grupos de 2 a 3 integrantes; 1) Elabore uma síntese sobre o seu trabalho desenvolvido na instituição: R: Pontos Positivos b) Pontos Negativos. 2) Nas formações continuadas desenvolvidas pela direção, coordenação e professores. Qual a que mais surtiu efeito na aprendizagem dos alunos? R: 3) Nas formações continuadas foi feito realmente o trabalho na sala de aula como foi proposto? R 4)No cronograma de Projetos Pedagógicos foram desenvolvidos todos com a comunidade escolar? R: 5) No seu ponto de vista o que faltou para nós combatermos a Evasão Escolar? R: 6) Quais os tipos de avaliação mais usadas? R: 7) No seu planejamento, estabeleceu objetivos bem claro de modo a desenvolver as competências e habilidades dos alunos. R8) Como você considera o seu planejamento? R: 9) O papel do professor é de prover ambientes e ferramentas que ajudem os alunos a interpretar e analisar o mundo real numa interação dialética, utilizando-se de recursos. Assinale os principais recursos que você utiliza: Aulas expositivas e teóricas Aulas práticas com realização de atividades experimentais Trabalhos individuais e em grupos Seminários Uso das tecnologias disponíveis na escola: Sala de vídeo Laboratório de informática, Data show Laboratório Móvel de ciências, química. Pesquisa individual ou em grupo Teatro Música Danças e coreografias Livros didáticos, jogos didáticos Textos informativos de revistas Jornais Reportagens de TV Produção de textos e relatórios de analises de temas abordados Pesquisas de campo Confecções de maquetes Planetário Mapas Confecções de Painéis Exposição de trabalhos Feiras interdisciplinares Desenhos História em Quadrinhos Leituras/Releitura de imagens Projetos de pesquisas discentes Apostilas Resenhas Portfólio

 



14 - Avaliação Interna

O propósito da Avaliação Institucional da Escola Estadual Marechal Castelo Branco é tornar a prática da avaliação institucional uma ação norteadora na tomada de decisões, gerando reflexão permanente das ações na Unidade Educacional. Pretende-se, assim, fortalecer as relações da Escola com a sociedade civil, enfatizando que o propósito da avaliação na Unidade tem caráter globalizante – porque envolve: alunos, equipe escolar e a comunidade que pode e deve utilizar os benefícios que a avaliação institucional gera, a partir de suas ações e de todas as outras atividades escolares – e interativa vez que o processo e sua síntese deverão promover a integração das leituras e das atividades institucionais, entendidas como partes que se interagem.

Metas mediatas: 2015/2016.

 

Colocar ar condicionado ou climatizado. Justificativa devido à falta de arborização o calor está insuportável nas salas.
Diminuir a taxa de evasão;
Projeto de intervenção para corrigir defasagem das séries iniciais e finais do ensino Fundamental e Médio.
Elevação na qualidade do ensino;
Trabalhar inteligência lógica matemático e linguística devido a grande defasagem da escola;
Envolvimento dos docentes com as normas regimentais e disciplinares;
Reforçar o Projeto de Limpeza 5 S. tendo em vista a deficiência do número de funcionários;
Controlar mais os alunos dentro da sala de aula com aulas dinâmicas e motivadoras;
 
METAS MEDIATAS:
 
Trabalhar Projeto Leitura, Letramento e Produção em todas as áreas;
Estimular as inteligências múltiplas ,aproveitando a mais aguçada para superar suas defasagens;
Preparar para a construção do conhecimento; através de indução do professor e dedução do aluno
Saber respeitar o “próximo “,em seus  bens materiais e morais;
Partir dos subsunções dos alunos como ponto inicial da construção do conhecimento;
Incorporar conhecimentos mobilizando-os para prática da vida.
Dominar os conteúdos básicos programáticos;
Internalizar seu papel como cidadão do mundo;
Conscientizar sobre a importância da sua contribuição para o bem estar da comunidade;
Conscientização sobre  a importância do estudo para o crescimento interior e auto realização;
Formar cidadãos críticos e conscientes;
Desenvolvimento das habilidades dos educandos;
 
AÇÕES

Capacitação profissional dos docentes através de palestras, dinâmicas de grupo, troca de experiências, além de estimulá-los a estar sempre em busca de novos conhecimentos;
Implantação de projetos: Prevenção de Doenças, Meio ambiente, conservação do Patrimônio, Sala de Informática e todos os projetos citados anteriormente.
Através de reuniões pedagógicas, conscientizar os professores da necessidade de encontrar caminhos adequados e prazerosos para a concretização do processo ensino-aprendizagem, construindo, dessa forma, um ambiente estimulador e agradável. Uma pedagogia centrada no aluno e não nos conteúdos(Não é preciso fugir da Ementa Curricular), basta inseri-la de forma dinâmica, estimuladora, prazerosa.
Conscientizar os docentes da importância do trabalho em equipe para obtenção de um funcionamento integral da Escola ,estimulando uma relação de igualdade,respeito e consideração mútua.
Conscientizar os docentes do valor da avaliação como parâmetro diário para um replanejar constante ;
Conscientizar os docentes da importância da adaptação no currículo de forma prazerosa do período noturno (ensino Médio);
Através de reuniões, manter contato direto e transparente com a comunidade, sobre aplicações de verbas federais (PDE, PDDE), construindo um relacionamento harmonioso de forma a que os pais percebam a importância de sua participação para a concretização de uma Escola de qualidade;
Implantação do Projeto Lar e Família, conscientizando os pais da sua importância na construção do caráter de seus filhos;(Reunião de pais)
Utilização da biblioteca(estímulo à leitura) e do laboratório de tecnologia(descobertas cientificas);pesquisa;
Estudo detalhado dos temas transversais;


Feira cultural
Avaliar e controlar a qualidade do ensino-aprendizagem;
Palestras dirigidas aos alunos do período noturno para que os mesmos possam, através de informações atuais, sentir-se estimulados a freqüentar  as aulas, percebendo que os conhecimentos adquiridos na Escola serão as aulas, percebendo que os conhecimentos adquiridos na Escola serão necessários para que possam enfrentar um mundo globalizado onde a mudança se faz diariamente;
Cantar o Hino Nacional 1 vez por semana;
Administrar, com a participação de professores, pais, funcionários e direção, as verbas recebidas, de forma a atingir o objetivo maior que é a construção de uma escola pública de qualidade.
Notificar pais sobre eventos, reuniões, feriados, dispensa, autorização de saída através de bilhetes.
Cobrar constantemente para que torne hábito, a organização, conservação e limpeza da escola, levando em conta o numero mínimo de funcionários (urgentíssimo);
Alunos só sairão da escola com a permissão da Direção ou a adjunta, através da permissão escrita do responsável.

PONTOS POSITIVOS DA ESCOLA:
Professores habilitados e comprometidos
Água gelada
Espelho no banheiro
Livros novos
Material escolar
Quadra nova
Reforma da escola
A sala de professores
Coordenadores em ação em todos os momentos;


PONTOS NEGATIVOS
Os pontos negativos que mais afetam o encaminhamento das atividades segundo todos os segmentos da unidade escolar é a falta de funcionários, sendo que o número de funcionários em todos os setores atualmente não condiz com o definido na tipologia da escola.


SUGESTÕES DE MELHORIA

Ar condicionado nas salas de aula
Lousas novas
Melhoria e aumento no número de computadores para uso de alunos e professores
Aumentar a capacidade de internet
Excursões ( projetos em andamento)
Arborização da escola
Projetos de sustentabilidade
Laboratório de pesquisa
Aumentar bebedouros
Aulas de música, teatro e outras afins
Chuveiro no banheiro dos alunos
Grêmio estudantil (implantado desde 2014)
Uniforme mais confortável (nova gestão estadual, novos uniformes)
Apostilas



15 - Avaliação do Projeto Político Pedagógico

Conforme consta na em informação enviada da COGES/SED/MS o Tribunal de Contas do Estado – TCE organizou análises sobre a da Rede Estadual de Ensino e informou à Secretaria de Estado de Educação que professores quase não participam e/ou desconhecem o Projeto Político - Pedagógico  - PPP   da sua unidade escolar.

Segundo as Leis de Diretrizes e Bases - LDB o PPP é um documento obrigatório na unidade escolar, o qual  está disponível no Portal de Sistemas da SED-MS.

Portanto informamos que em nossa unidade escolar E. E. Marechal Castelo Branco o Projeto Político Pedagógico é conhecido por todos os segmentos, uma vez que os docentes da área de sociologia, filosofia e história trabalham o PPP em suas aulas como atividade diferenciada.

Também desde o final do ano de 2014 os funcionários administrativos estão participando do Programa Pró Funcionário onde também é discutido a participação dos mesmos no PPP da unidade escolar.

A escola como uma instituição social voltada para a educação do cidadão, tem como objetivos principais a sua instrução e a sua formação. Entretanto, esses objetivos podem ser alcançados com melhor qualidade quando integrados e articulados aos objetivos administrativos.

O Projeto Político Pedagógico é a visão do que a Instituição Escola pretende fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto no que se refere às suas atividades pedagógicas como às funções administrativas. Portanto, o político pedagógico faz parte do planejamento e da gestão escolar. A questão principal do planejamento é expressar a capacidade de se transferir o planejado para a ação. Assim sendo, compete ao Projeto Político Pedagógico a operacionalização do planejamento escolar em um movimento constante de reflexão ação reflexão.

A importância da construção coletiva do Projeto Político Pedagógico está no fato de que ele passa a ser uma direção, um rumo intencional para as ações da escola.

Enfim, o Projeto Político Pedagógico nunca está pronto e acabado, esse trabalho é permanente e consiste em estar constantemente fazendo uma leitura da realidade para atender os anseios, oferecendo e assegurando para o educando uma melhor qualidade de ensino e será esse o objetivo do trabalho oferecido em nossa escola.

"O conhecimento exige uma presença curiosa do sujeito em face do mundo. Requer uma ação transformadora sobre a realidade. Demanda uma busca constante. Implica em invenção e em reinvenção." (Paulo Freire)

Apesar de que não podemos apresentar 100% de acertos no trabalho realizado em nossa unidade, mas estamos perto desse percentual, pois realmente, nosso objetivo é assegurar uma educação de qualidade, onde só permanecerão entre os segmentos os profissionais que realmente sejam conscientes de função de educador, pois queremos ser sempre mais e mais comprometidos e vencedores com uma educação de qualidade em todos os aspectos.



16 - Comissões de elaboração do Projeto Político Pedagógico

Nesse ano de 2016 as comissões para elaboração foram realizadas durante as formações continuadas e reuniões para a reestruturação do PPP. Portanto, abaixo consta a relação dos participantes na realização do processo de restruturação do PPP.

Profª Renata Santana Buzo

Profª Letícia Tavares

Profº Sérgio ferreira da Silva

Profº Vanderley Inácio Gonçalves

Profº Douglas Dias Duarte

Profª Patrícia Bueno de Moraes

Giovana da Silva Lima - aluna

Edson Cipriano de Souza - pai de aluno

Ivanildo Silvério Borges – funcionário

Elenir Cristina da Silva – funcionário

Maira Aparecida Souza Oliveira-funcionário

Cínara Alves - funcionário

Profº Dyemison Phabulo Cavalcanti de Pintor

Profº Paulo Fernando Gonçalves

Profº Leivinha Fernando de Brito

Profº Rildo Lima

Profª Daci Ferreira da Silva

Profº Odair Parra da Silva

Profº Clóvis Ferreira Domingues

Profª Leni Mara de Souza Riera Carmona

Profº Klézio Luis Galindo

Profº Claudio Adão Rodrigues

Denirson Queiroz Vida – pai

Adevanice do Carmo Caramalac – funcionário

Edivânia Ribeiro de Oliveira – funcionário

Tarcis Henrique Sant’ana – aluno

Rosimani Maria Pereira da Silva

Profº Claudemar Frderice

Profª Rosimeire de ouza Leite

Profª Jussara Lany de Souza Silva

Profª Anny Stella Andrade

Profª Eliane Augusta Moreira Lopes

Profº Norair Benassi

Profº Eduan Paulino

Profº Girlan Ribeiro

Profº Gleison Néris da Silva Santana

Profª Márcia Guerra Costa

Profª Luciane Francineide Pinto Pereira

Profª Elisangela Maíra

Profº Régis Borba

Luzia de Oliveira Corim – pai

Eva - funcionário

Simone Souza dos Santos – funcionário

Wanderson  de Almeida Bispo - aluno    

 
RESPONSÁVEL PELA INSERÇÃO DOS DADOS NO SISTEMA
Profª Zanilda Alves da Silva - Coordenadora Pedagógica

17 - Equipes responsáveis pela aprovação do Projeto Político Pedagógico da escola

Diretora: Jucelene Guarini

Diretor Adjunto: Kelly Bonacina

Presidente do Colegiado Escolar: Claudemar Frederice

Coordenadores Pedagógicos: Sérgio, Clóvis, Zanilda, Jussara

Professora Comunitária: Sonia Mara

Supervisão de Gestão Escolar: Ione Mateus da Silva



17 - Equipe responsável pela aprovação do Projeto Político Pedagógico da escola

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18 - Referências

http://devolutivas.inep.gov.br/proficiencia

http://www.soescola.com/2016/10/avaliacao-processual-o-raio-x-do-ensino.html

http://www.gestiopolis.com/avaliacao-aprendizagem-como-processo-construtivo-de-um-novo-fazer/

http://www.fundacaolemann.org.br/excelencia-com-equidade/

http://www.fundacaolemann.org.br/wp-content/uploads/2015/08/excelencia_com_equidade_completa.pdf

BORDIGNON, G. GRACINDO, R. V. Gestão da Educação: o município e a escola. In: FERREIRA, N. S. C.; AGUIAR, M. A. da S. (orgs.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Ed. Cortez, 2000. p.147-176

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9394/96 de 20 de dezembro de 1996, Brasília, 1996.

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DEMO, Pedro. Desafios Modernos da Educação. 7 ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

GADOTTI, Moacir. Pressupostos do projeto pedagógico. In: MEC, Anais da Conferência Nacional de Educação para Todos. Brasília, 28/8 a 2/9/94.

GASPARIN, J. L. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. 2ª ed. Campinas SP: Autores Associados, 2003.

LIBANEO, J.C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.

LUCK, Heloisa. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. São Paulo: Cortez, 2002

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995.

MARQUES, M.O. Projeto pedagógico: A marca da escola. In: Revista Contexto & Educação, nº 18. Ijuí, abril/jun, 1990, PP.21-32.

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